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Este blog tem o objetivo de discutir, compartilhar e divulgar ações interessantes em prol do desenvolvimento das tecnologias no contexto educacional.
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Tecnologia: por que eu preciso dela?
A tecnologia é a razão e a capacidade do homem em resolver problemas onde ele utiliza-se de meios por ele criados para facilitar a resolução dos mesmos, ou seja, inventa formas dinâmicas de ampliar as suas possibilidades de alcance naturais. Uma vez que a tecnologia é tão útil ao homem, a Escola precisa se apropriar dessa ferramenta de forma que venha contribuir na formação global dos professores e alunos. E a equipe gestora tem grande participação nesse processo, uma vez que detém os meios, as possibilidades e os incentivos para que isso aconteça.
Palavras-chave: Tecnologia – Gestão Escolar – Educação
Abstract
The human capability to solve problems by creating his tools can be defined as technology. In other words, can create dynamic ways to increase your natural ability. If the use of technology is useful for humanity this tool should be shared to assist in the training of teachers and students in schools. Therefore, the management team has extensive involvement in this process, since it has the means, opportunities and incentives for that to happen.
Key words: Technology - School management - Education
A tecnologia existe desde os primórdios, onde o homem sempre buscou maneiras de ampliar suas condições naturais e estender seu campo de alcance. No entanto, com o decorrer dos anos, o que antes era descoberta passou a ser apenas aperfeiçoamento e o homem alçou vôo rumo as novas tecnologias e/ou as chamadas tecnologias digitais. E a história das evoluções tecnológicas foi mudando o comportamento do ser humano ao longo do tempo impondo um novo ritmo de vida, uma nova postura profissional, uma nova maneira de interpretar suas próprias ações e atitudes.
Com essa constante necessidade do ser humano de se adequar as novas exigências do mercado e do mundo globalizado, a escola também necessitou de uma nova forma de pensar e fazer a Educação. As tecnologias da informação passaram a cobrar do professor uma postura diferenciada em seu papel de educador.
Dessa forma o professor encontra uma mudança em seu papel, mudança essa que segundo (Behrens, 2001): “nem sempre é fácil, pois, estando acostumado a oferecer um conteúdo por ele dominado, o professor agora poderá demonstrar certa insegurança para operar o computador, diante de uma língua estrangeira ou de uma nova informação na rede.
Diante das novas tecnologias, o professor também é aluno, tornando-se necessário que ele aprenda a utilizá-la para que possa fazer uso com seus alunos. Na realidade, nota-se que o professor deve ‘aprender a aprender’”.
Num cenário de transformação constante, o professor então fica perdido e ora passa a fazer parte de um grupo de inclusos digitais, ora tem consciência de que faz parte dos exclusos digitais.
O Governo tentando cumprir seu papel incentiva essa mudança através de Projetos que visam à inclusão digital, porém, somente colocar um computador na mão das pessoas ou vendê–lo a um preço menor não é, definitivamente, inclusão digital. É preciso ensiná–las a utilizá–lo em benefício próprio e coletivo. Induzir a inclusão social a partir da digital. Dessa forma esse papel ficou a cargo da Educação, mas esse é um cenário pouco estudado no Brasil.
Visando a construção dessa nova forma de trabalhar, a equipe gestora da Escola precisa se envolver e promover ao seu grupo todo apoio para que o uso das tecnologias realmente se efetivem de forma pedagógica e promova a inclusão digital, não só de alunos, mas também de professores.
Segundo Moran “ a apropriação das tecnologias acontece dentro da Escola em três etapas até o momento: 1ª - automatizar processos, 2ª - insere parcialmente as tecnologias, 3ª - há um repensar no projeto pedagógico, mudanças significativas e até a flexibilização do programa curricular.”
Pensando nesses momentos citados por Moran, há a urgente necessidade de desenvolver projetos com a equipe gestora das Unidades Escolares, visando exatamente que não haja estacionamento na segunda etapa, pois, vê-se que hoje a tecnologia é muito útil, mas apenas para automatizar processos burocráticos de secretaria, ou ainda automatizar processos burocráticos do professor ( diário eletrônico, planilha de notas...).
A verdadeira função da tecnologia na Escola é abrir caminhos, oferecer meios criativos que incentivem a busca do conhecimento. Segundo Valente nesse processo "o professor deverá realizar o papel de mediador entre o aluno e sua aprendizagem. O papel de mediador exercido pelos professores pode trazer importantes ganhos para o aluno, que poderá passar a ir à busca das informações para a concretização do seu trabalho, ao invés de esperar por elas. Ou seja, com a orientação do professor, o aluno poderá definir a sua linha de ação, bem como fazer as pesquisas e consultas necessárias até a conclusão da atividade solicitada ou sugerida por ele mesmo”.
Portanto, a equipe gestora tem um papel importante nesse processo, uma vez que viabiliza meios, condições e possibilidades para que o trabalho do professor aconteça de forma a contribuir para o crescimento do aluno enquanto transformador da sociedade.
É necessário que a equipe gestora não só conheça o projeto de uso pedagógico das tecnologias no contexto educacional, mas também, contribua com ele.
Por Michela Augusta de Moraes - Professora Formadora do Núcleo de Tecnologia Educacional de Catalão-GO
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Nove dicas para usar bem a tecnologia
O INÍCIO Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.
O CURRÍCULO No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.
O FUNDAMENTAL Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.
O ESPECÍFICO Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.
A AMPLIAÇÃO Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções.
O AUTODIDATISMO A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos.
A RESPONSABILIDADE Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.
A SEGURANÇA Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.
A PARCERIA Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.
Fontes: Adriano Canabarro Teixeira, especialista de Educação e tecnologia da UFRGS, Maria de Los Dolores Jimenez Peña, professora de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Da Universidade Mackenzie, e Roberta Bento, diretora da Planeta Educação.
"A Internet nos ajuda, mas ela sozinha não dá conta da complexidade do aprender"


de forma colaborativa, entre alunos e professores.
Clique no link acima e veja a opinião de Moran a respeito do trabalho do professor como mediador importante no uso das tecnologias no contexto educacional.
O uso da tecnologia em sala de aula
Este vídeo é bastante utilizado, mas é uma prova viva do que acontece em muitas escolas atualmente: a tecnologia está a disposição, no entanto o professor ainda não sabe utilizá-la de forma que o aluno busque o conhecimento de forma prazerosa e interativa.
As tecnologias e suas possibilidades educacionais
A integração das tecnologias na educação
Especialista em mudanças na educação presencial e a distância
(...)Apesar da resistência institucional, as pressões pelas mudanças são cada vez mais fortes. As empresas estão muito ativas na
As redes, principalmente a Internet, estão começando a provocar mudanças profundas na educação presencial e a distância. Na presencial, desenraizam o conceito de ensino-aprendizagem localizado e temporalizado. Podemos aprender desde vários lugares, ao mesmo tempo, on e off line, juntos e separados. Como nos bancos, temos nossa agência (escola) que é nosso ponto de referência; só que agora não precisamos ir até lá o tempo todo para poder aprender.(...)
Clique aqui e veja o artigo completo.
